Nova turma do FIS tem como desafio a resiliência às mudanças climáticas na cidade

Toda cidade representa uma modificação do espaço e das condições ambientais que nele se expressam, como provoca a obra de Jacob Eisinger (imagem de capa). Nos dias de hoje, essas alterações locais vêm acrescidas dos efeitos das mudanças climáticas globais, o que impõe um desafio de como as cidades se preparam para essa nova realidade e como as pessoas em suas diferentes condições socioeconômicas são incluídas neste processo.

Esse é o contexto do desafio que a nova turma da Formação Integrada para a Sustentabilidade (FIS), da FGV-SP, recebeu hoje: “Criar uma experiência visual que nos leve a imaginar cenários da evolução da resiliência climática da cidade de São Paulo nos próximos 30 anos “. Para lidar com esse desafio vamos fundir conhecimento formal e experiências para nutrir o processo formativo de caráter transdisciplinar, evocando diferentes camadas de sentido e incluindo a subjetividade nessa jornada.

Em breve, mais notícias dessa parceria do ConeCsoma com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV/EAESP.

As imagens de sampa aqui vieram do Instagram @olharesdesampa , que fez a curadoria dos seguintes fotógrafos (de baixo para cima, da direita para a esquerda): @fernandopatto @rrodegher @offlimitsbr @magali_maschi @paraisopolis.foto @hirahata_photos @alexgarciapz @bragadrone

Sessões de mentoria somática ajudam a dar novos rumos para o ano

O trabalho terapêutico realizado por Ricardo Barretto no ConeCsoma tem o nome de mentoria somática. É uma fusão de conversas e reflexões sobre dilemas da vida com ativações a partir do corpo que potencializam a percepção de si e a investigação dos diferentes assuntos que surgem nas sessões individuais. E para além do pensamento racional e para dentro da sabedoria do universo corporal. Para saber mais, mande mensagem ou acesse aqui.

Primeira Experiência de Corpo e Movimento presencial em 2021

Inesperadamente, no fim de semana houve um chamado para uma aula presencial, que depois de algumas combinações aconteceu com três pessoas. Era a primeira aula presencial em meses e foi muito especial, emocionante mesmo, pois relembrou da potência que traz e de como é muito mais integrada com os alunos, com as percepções de tempo, com mais escuta para cada um, para o grupo e para mim mesmo. Fora a energia que se estabelece no espaço. O tema foram as transferências de apoio por dentro e por fora do corpo.