FIS 18 potencializa percursos formativo em sua primeira imersão

Formar pessoas a partir de uma perspectiva integrada, transdisciplinar, que reconheça complexidades e diferentes níveis de realidade no mundo é uma tarefa que demanda estratégias fora do convencional. É com esse foco que a Formação Integrada para a Sustentabilidade reúne corpo, conversa, natureza, interação, escuta, relação, estranhamento e reflexões com sentido no seu processo formativo.

Neste sentido, viagens de campo, que deslocam o aluno dos ambientes e dos modos de pensar padronizados, são fundamentais. No fim de semana de 23 e 24 de fevereiro realizamos a microimersão do FIS, que é o primeiro grande momento no semestre de conexão entre os alunos.

Dessa vez, fomos para o Parque das Neblinas, em Mogi das Cruzes, onde pudemos desenvolver experiências marcantes, como revelam algumas das imagens produzidas pelo profissional de imagens Arthur Boccia e pela equipe do FGVces (Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, responsável pelo FIS).

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Essa já é a 18a edição dessa disciplina eletiva, e a cada ciclo as surpresas e aprendizados da pareceria com o FGVces revelam que um processo formativo eficiente é aquele que é vivo, que segue diretrizes mas não se enrijece em fórmulas. É desse modo que levamos os estudantes a vivenciar dimensões socioambientais e de si mesmo, tendo como norte um projeto referência. O deste semestre trata de Turismo de Base Comunitária. Saiba mais aqui.

Marcas do corpo imortalizadas em acervos digitais

A memória no Brasil é curta não só na política. Esportes, artes, saúde, educação, cultura em geral parecem ter um prazo de validade reduzido quando se fala em lembrar dos caminhos e descaminhos que constroem as referências sobre corpo no Brasil. Desafiando e dialogando com esse contexto, a era da sociedade em rede tem multiplicado os acervos digitais como forma de contar trajetórias de movimentos, instituições, pensamentos e personagens emblemáticos. Destacamos alguns deles para você.

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Mapas culturais digitais conectam criadores, público e multiplicadores

Para orientar o público, para nortear profissionais, para dar luz a excluídos, para servir aos curiosos, para saciar os obstinados. Tantos interesses dão origem a mapas digitais e colaborativos. Em tempos de sociedade em rede, encontrar iniciativas que instigam pode ser uma questão de boca-a-boca, mas também de um clique. Em comum, a conexão de corpos que buscam e corpos que oferecem por meio dos dispositivos digitais interconectados. Veja algumas plataformas que pinçamos na web.

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