FIS 19 funde clima, agricultura e arte

A 19. edição da Formação Integrada para a Sustentabilidade traz como desafio “produzir uma exposição de arte que revele a urgência de caminhos para adaptação da agricultura brasileira às mudanças climáticas”.

Disciplina eletiva volta aos alunos de graduação da FGV em São Paulo, o FIS, como é conhecido esse curso, propõe a cada semestre um desafio real para que os participantes se aprofundem em um tema relevante da sustentabilidade e, ao mesmo tempo, desenvolvam um processo de autoconhecimento. Para tanto, são usadas referências como a Teoria U, do MIT, e a Transdisciplinariedade.

Ambas perspectivas evocam diferentes áreas de conhecimento e modos de experiência para gerar percepções do tema, do mundo e de si mesmo que vão além dos padrões e modelos mentais já sustentados pelos aprendentes. É nesse contexto que o corpo surge como dimensão relacional e de conhecimento, contando com a contribuição das abordagens de educação somática, dança contemporânea, jogos de improvisação, comunicação e ecossomática propostas pelo ConeCsoma.

Em breve, mais detalhes sobre o FIS 19.

Investigar clima, finanças e afetos pelo corpo

Já imaginou falar com o corpo sobre como investimentos financeiros impactam o ambiente e as relações entre as pessoas? Foi o que Ricardo Barretto promoveu entre os alunos da Formação Integrada para Sustentabilidade (FIS), durante a primeira viagem de campo do semestre. Essa disciplina eletiva da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, propõe integrar modos diversos de conhecimento – como o corpo – na investigação de desafios reais de sustentabilidade. E ainda levar os alunos em viagens de imersão para expandir percepções e mergulhar no si mesmo. Uma aposta ambiciosa de novos caminhos para a educação que tem parceira do ConeCsoma.

 

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