Pitada de consciência corporal para estimular conexões no FIS 18

O evento de lançamento público do desafio semestral na Formação Integrada para Sustentabilidade é sempre um marco na processo de aprendizagem dos alunos. No FIS 18 não foi diferente e o kick off, como é conhecido, foi catalizador de muitas descobertas do grupo, bem como de qualidades e limites de cada um.

Para potencializar a primeira aula depois do evento, dedicada a uma apreciação coletiva sobre essa etapa do processo, Ricardo Barretto trouxe uma dinâmica de sensibilização para aquietar ansiedades, abrir a escuta e estimular as conexões no grupo. A roda de conversa que veio na sequência não poderia ter sido mais potente!

A troca e o autoposicionamento dos alunos criou o campo perfeito para, na aula seguinte, introduzir-se uma das ferramentas mais poderosas do FIS, que é a mandala transdisciplinar. Um mosaico de nove quadrantes que se interconectam e que entrelaçam dimensões físicas, relacionais e individuais a perspectivas do interior, de transformação, e do exterior.

Para preparar a turma para a mandala, Ricardo Barretto trouxe, dessa vez, uma dinâmica inspirada em princípios de Feldenkrais, a partir dos quais movimentos aparentemente simples ajudam a mexer com padrões do sistema nervoso e a ampliar a percepção de si mesmo.

FIS 18 potencializa percursos formativo em sua primeira imersão

Formar pessoas a partir de uma perspectiva integrada, transdisciplinar, que reconheça complexidades e diferentes níveis de realidade no mundo é uma tarefa que demanda estratégias fora do convencional. É com esse foco que a Formação Integrada para a Sustentabilidade reúne corpo, conversa, natureza, interação, escuta, relação, estranhamento e reflexões com sentido no seu processo formativo.

Neste sentido, viagens de campo, que deslocam o aluno dos ambientes e dos modos de pensar padronizados, são fundamentais. No fim de semana de 23 e 24 de fevereiro realizamos a microimersão do FIS, que é o primeiro grande momento no semestre de conexão entre os alunos.

Dessa vez, fomos para o Parque das Neblinas, em Mogi das Cruzes, onde pudemos desenvolver experiências marcantes, como revelam algumas das imagens produzidas pelo profissional de imagens Arthur Boccia e pela equipe do FGVces (Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, responsável pelo FIS).

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Essa já é a 18a edição dessa disciplina eletiva, e a cada ciclo as surpresas e aprendizados da pareceria com o FGVces revelam que um processo formativo eficiente é aquele que é vivo, que segue diretrizes mas não se enrijece em fórmulas. É desse modo que levamos os estudantes a vivenciar dimensões socioambientais e de si mesmo, tendo como norte um projeto referência. O deste semestre trata de Turismo de Base Comunitária. Saiba mais aqui.

Investigar clima, finanças e afetos pelo corpo

Já imaginou falar com o corpo sobre como investimentos financeiros impactam o ambiente e as relações entre as pessoas? Foi o que Ricardo Barretto promoveu entre os alunos da Formação Integrada para Sustentabilidade (FIS), durante a primeira viagem de campo do semestre. Essa disciplina eletiva da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, propõe integrar modos diversos de conhecimento – como o corpo – na investigação de desafios reais de sustentabilidade. E ainda levar os alunos em viagens de imersão para expandir percepções e mergulhar no si mesmo. Uma aposta ambiciosa de novos caminhos para a educação que tem parceira do ConeCsoma.

 

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