Equipe do mundo corporativo visita novos modos de inovar e nutrir conexões

Esta é a segunda vez que uma equipe do Banco Itaú vai ao espaço do ConeCsoma para desenvolver novas perspectivas do grupo e de cada pessoa, caminhos de confiança, abertura e conexão, e ainda potências para a criatividade.

Da primeira vez estava em pauta um novo projeto de sustentabilidade, com uma equipe recém formada. Dessa vez, a missão era voltada para uma equipe que já tinha um tempo de experiência e que demandava inspiração periódica para o desafio de inovar com qualidade e de modo intenso.

Nada melhor que ativar o corpo e o movimento! Para isso, Ricardo Barretto conduziu junto aos 16 colegas de trabalho dinâmicas de atenção plena, consciência corporal, exploração de movimento e jogos de improvisação. A resistência inicial deu lugar à diversão, à construção de diálogos e sentidos e a uma série de leituras e paralelos com o trabalho muito ricos, partilhados na roda de conversa final.

FIS 18 potencializa percursos formativo em sua primeira imersão

Formar pessoas a partir de uma perspectiva integrada, transdisciplinar, que reconheça complexidades e diferentes níveis de realidade no mundo é uma tarefa que demanda estratégias fora do convencional. É com esse foco que a Formação Integrada para a Sustentabilidade reúne corpo, conversa, natureza, interação, escuta, relação, estranhamento e reflexões com sentido no seu processo formativo.

Neste sentido, viagens de campo, que deslocam o aluno dos ambientes e dos modos de pensar padronizados, são fundamentais. No fim de semana de 23 e 24 de fevereiro realizamos a microimersão do FIS, que é o primeiro grande momento no semestre de conexão entre os alunos.

Dessa vez, fomos para o Parque das Neblinas, em Mogi das Cruzes, onde pudemos desenvolver experiências marcantes, como revelam algumas das imagens produzidas pelo profissional de imagens Arthur Boccia e pela equipe do FGVces (Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP, responsável pelo FIS).

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Essa já é a 18a edição dessa disciplina eletiva, e a cada ciclo as surpresas e aprendizados da pareceria com o FGVces revelam que um processo formativo eficiente é aquele que é vivo, que segue diretrizes mas não se enrijece em fórmulas. É desse modo que levamos os estudantes a vivenciar dimensões socioambientais e de si mesmo, tendo como norte um projeto referência. O deste semestre trata de Turismo de Base Comunitária. Saiba mais aqui.