Saltos no ar e jogos gravitacionais

Desde que a primeira célula que dá origem ao corpo é constituída no útero materno, uma realidade é constante na vida de qualquer ser humano: o diálogo com a gravidade. Degustar e desafiar esta presença é um bom jeito de experimentar liberdade, alteração dos sentidos, frio na barriga. Quem não tem uma memória de infância ligada ao êxtase de tirar os pés do chão? O impulso humano de se desprender do solo se perpetua em esportes, danças, missões impossíveis e plataformas digitais celebrando o gosto pelo risco e os corpos que voam para se sentirem vivos.

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Bicicleta e corpo movem relação muito além do passeio

Pés junto com pedais. A gravidade puxa pelos músculos, ossos, metais e borracha. A cabeça livre e atenta dá sinal do equilíbrio ágil suficiente para se lançar a um passeio qualquer, mas também para enfrentar precipícios de montanhas, desbravar relevos de cidade com ciência ou imprudência, girar no ar e estar ofegante no pulso humano-máquina que roda quando avança, que propõe novas mobilidades, jeitos de entender a cidade, de viver o ambiente, de encontrar pessoas.

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